Preletor CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA.
Especialista pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO
EM ONCOLOGIA – Oncobiologia. Observações: Referências acadêmicas do preletor.
https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva
https://independent.academia.edu/ProfessorC%C3%A9sarAugustoVen%C3%A2nciodaSILVA
Especialista
pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA
– Oncobiologia (2023). Pesquisador. Biologia do Câncer. Escritor - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva - - https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_laboratoriais_anexo_ii/1 - https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva
https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/495157_exames_em_laborat_rios_volum
https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_em_laborat__rios_volume_ii__
Oncologia
– https://pt.scribd.com/document/683828444/TITULO-DE-ESPECIALISTA-EM-ONCOLOGIA-FACULDADE-BATISTA-DE-MINAS-GERAIS
- https://www.slideserve.com/CSAR13/prt-29338160-declara-o-de-estudante-de-oncologia-mpdf
Hematologia
–
Análises
Clínicas – https://www.academia.edu/88587050/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo
Farmacologia
Clínica -
ESTUDO
DE CASOS – MATERIAL DIDÁTICO
ESTUDO
DE CASO PRT 36876543 – RHRS S- ONCOLOGIA
https://www.facebook.com/professorcesarvenancio2021/videos/6898652200240329
Academia
independente - - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva - https://www.academia.edu/90407060/FACULDADE_BATISTA_DE_MINAS_GERAIS_CURSO_DE_P%C3%93S_GRADUA%C3%87%C3%83O_ESPECIALIZA%C3%87%C3%83O_EM_AN%C3%81LISES_CL%C3%8DNICAS_%C3%81REA_SA%C3%9ADE_HUMANA - https://www.academia.edu/88587348/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo
Prólogo.
O presente trabalho “ESTUDO DE
CASO COM UM QUESTIONAMENTO JUNTO A EQUIPE DE ESTUDANTES – CURSO ENFERMAGEM E
MEDICINA. TÓPICOS APLICADOS A PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA. - ESTUDO
DE CASOS – MATERIAL DIDÁTICO - ESTUDO DE CASO PRT 36876543 – RHRS S-
ONCOLOGIA” deve
compor o banco de dados da Academia.edu. Sua incorporação é parte
do discurso internacional de incentivo e apoio a ciência aberta. A EDU é um sistema de Plataforma para
compartilhamento de artigos, teses e dissertações acadêmicas. Tem origem no
país dos Estados Unidos. Idioma principal Língua inglesa. Hoje detém mais de 18
milhões de usuários. Surgiu em 2008. Aproximadamente recebe quase 30 milhões de
acessos por mês. Endereço eletrônico http://academia.edu. Instituição atualmente
ativa. Endereço do autor na EDU ACADEMIA:
https://independent.academia.edu/ProfessorC%C3%A9sarAugustoVen%C3%A2nciodaSILVA
Ciência
aberta
O sítio participa de movimentos de ciência aberta e acesso livre, respondendo a uma necessidade
percebida de distribuição de pesquisas científicas e de um sistema de revisão por pares que
aconteça durante a distribuição de trabalhos acadêmicos, em vez de antes. Dessa
forma, a empresa declarou oposição ao Research Works Act.
Fake News na área médica
preocupa pesquisadores e profissionais da saúde.
Gabriel Tripodi, Jornalista, Produtor e Podcaster, afirma que “As redes sociais são o principal canal
para a disseminação de fake news. A rapidez com que informações falsas se
espalham nas plataformas online é alarmante. Com um simples
compartilhamento, uma informação falsa pode alcançar milhares, ou até mesmo
milhões, de pessoas em questão de minutos. A natureza viral das redes sociais
torna ainda mais desafiador conter a disseminação de fake news e minimizar seu
impacto negativo”.
É fato que na área da saúde se
observa com frequência a publicação de ações e procedimentos na área médica que
induz os usuários a erros, que podem levar a agravamento da saúde da parte
interessada.
Tal situação leva a
classe médica a promover alertas de que “Fake news na área médica preocupa
profissionais”. Neste sentido o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert
Einstein reuniu jornalistas e
pesquisadores para discutir o tema no período de setembro de 2018, Porém, nos
dias atuais tal preocupação é recorrente.
Nos pesquisadores
devemos ter a responsabilidade de promover publicações científicas voltadas
para a educação em “saúde pública”. Contribuindo para remover informações que
possam comprometer a saúde da humanidade.
o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa
Albert Einstein chama a atenção quando alerta “Quem nunca recebeu uma mensagem
via rede social sobre "curas milagrosas" contra o câncer? E textos a
respeito de doenças supostamente causadas pelas vacinas, ou sobre novas
epidemias que estariam se espalhando pelo país? Com as redes sociais e os
aplicativos de comunicação instantânea, as notícias falsas – ou fake news –
se espalham cada vez mais rapidamente. Na área médica, o fenômeno tem deixado
as autoridades em alerta, além de trazer consequências para o relacionamento
dos profissionais de saúde com seus pacientes”.
Caso
emblemático em relação a proliferação de
informações falsas, por exemplo, o Ministério da Saúde teve que divulgar uma
nota oficial desmentindo a existência de uma cepa H2N3 de vírus da gripe no
país. Alertou as autoridades que "Essa é uma informação inverídica que
está circulando nas mídias sociais. Os vírus de gripe que atualmente circulam
no Brasil são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacina contra gripe,
cuja campanha foi promovida pelo Governo Federal, protege contra esses tipos de
três vírus", informava o documento.
Na
Europa, por exemplo, Itália, o grupo Women for Oncology organizou um evento na
Câmara dos Deputados em Roma para chamar a atenção sobre a quantidade crescente
de boatos relacionados ao câncer nas redes sociais. Entre outras inverdades,
essas divulgações diziam que ímãs da geladeira seriam cancerígenos, que
quimioterapia é ineficaz e que as biópsias espalhavam tumores pelo corpo. "A
desinformação e o hábito dos pacientes de confiar mais na internet do que nos
oncologistas de verdade estão cada vez mais difundidos e abordá-los exige uma
aliança entre oncologia, política e mídia", advertiram as especialistas.
Assim,
antes de tudo, não adote atitudes com base em informações publicadas em
qualquer meio de comunicação quando estiver em tratamento oncológico. Fale com
seu médico, o exercício da medicina é regulado em norma legal. Pesquisador não
pode e não deve estimular que se adotem determinados procedimento de forma
aleatória, com indicação especifica ao paciente. Tal procedimento é do médico,
sob-pena dos responsáveis responderem pelo exercício ilegal da prática médica.
A
preocupação sobre a proliferação de notícias falsas sobre saúde fez o Instituto
Israelita de Ensino e Pesquisa (IIEP) Albert Einstein incluir na programação do
seu I Fórum de Pós-Graduação Einstein: Pesquisa para a Vida o debate Divulgação
Científica na Era das Redes Sociais e Fake News. Participaram da discussão os
jornalistas especializados em ciência e saúde Diogo Massaine Sponchiatto
(revista Saúde –
Editora Abril), Carlos Orsi (Planetários de São Paulo) e Marcos Pivetta
(revista Pesquisa
Fapesp).
A
disseminação de notícias falsas pode trazer danos reais à saúde da população,
pois muitas pessoas mudam de comportamento em consequência do que ficam sabendo
pelas redes sociais. A não vacinação é um exemplo disso. "Doenças que
estavam extintas ou quase extintas, como o sarampo no Brasil e a poliomielite
em outras partes do mundo, podem ressurgir em grandes proporções por conta da
falta de vacinação provocada pelas fake news", acrescenta.
Preocupadas
com a baixa adesão e a grande quantidade de informações erradas circulando nas
mídias sociais sobre a vacina de febre amarela, as Sociedades Brasileiras de
Medicina Tropical (SBMT), Infectologia (SBI), Imunizações (SBIm), Reumatologia
(SBR) e Pediatria (SBP) divulgaram uma carta aberta aos
médicos e profissionais de saúde sobre a importância dessa vacina e suas
contraindicações. Na carta, elas endossam as recomendações do Ministério da
Saúde e convocam médicos e profissionais da saúde a orientar seus pacientes a
se vacinarem, desde que não haja contraindicações. Outra consequência negativa
das fake
news sobre saúde pode ser a adesão a tratamentos falsos ou
ineficientes. Muitos adotam tratamentos sem comprovação científica.
As
consequências da "Epidemia de mentiras", as fake news na
área da saúde, registram histórias de diferentes pessoas que acreditaram em
notícias falsas veiculadas na internet e tiveram seu estado de saúde agravado,
como exemplo o Sr. Augusto Simeoni, de
59 anos de idade. Ele trocou o tratamento do diabetes recomendado pelo médico
pela ingestão de um copo de baba de quiabo com água todas as manhãs. A fórmula
mágica, que eliminaria a doença, naturalmente não funcionou e Simeone teve como
uma das consequências um dedo do pé esquerdo amputado, depois que uma pequena
ferida não cicatrizou devido à glicemia fora de controle.
A
revista Veja trouxe
ao conhecimento público várias
reportagens sobre a pauta aqui apontada. Para a publicação dessas
reportagens, a revista Veja fez um levantamento de 3 mil notícias sobre
saúde, publicadas em seis páginas no Facebook, e selecionou cerca de mil
notícias que tiveram maior número de compartilhamentos. Entre elas,
descobriu-se com a ajuda de médicos, que aproximadamente um terço divulgava
falsidades inquestionáveis. Os temas mais frequentes na lista de fake news foram
dieta para emagrecer, câncer e diabetes.
Estudo
sobre as notícias falsas, o The science of fake news,
pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em
inglês) constataram que as informações falsas têm 70% mais chances de
viralizarem que as verdadeiras. Publicado na revista Science em
março de 2018, esse estudo demonstrou que cada postagem
verdadeira atingia, em média, mil pessoas, enquanto que as postagens
falsas mais populares - aquelas que estavam entre o 1% mais replicado
– podiam atingir até 100 mil pessoas.
Os
pesquisadores do MIT observaram que os robôs aceleram a disseminação de
informações falsas e verdadeiras nas mesmas proporções. Ou seja, diferentemente
do que se pensava anteriormente, as fake news se espalham mais que as
notícias verdadeiras porque os humanos – e não os robôs – têm mais
probabilidade de disseminá-las.
O
estudo The science of fake news envolveu
a análise de 126 mil postagens no Twitter disseminadas por mais de 3 milhões de
pessoas desde 2006, quando essa rede social foi lançada, até 2017. Entre o
total de notícias falsas analisadas, as mais frequentes foram sobre política,
somando aproximadamente 43 mil publicações, mas as informações sobre ciência e
tecnologia também ganharam destaque com cerca de 12 mil postagens. O perfil das pessoas que transmitem notícias
falsas e verdadeiras, segundo os pesquisadores do MIT, os usuários que espalham
notícias falsas no Twitter tendem a ter menos seguidores, seguem menos gente,
são menos ativos e estão no Twitter há menos tempo, em comparação aos usuários
que replicam notícias verdadeiras. Atentos, pois a cientista Anna Carla opina
que “os principais responsáveis pelas fake news sobre saúde e ciência
são as pessoas não especialistas que decidem passar adiante informações que
desconhecem. Elas fazem uma avaliação superficial do assunto, encaram isso como
verdade e divulgam nas suas redes sociais", Por tudo isso, nas clínicas,
nos hospitais e consultórios médicos são cada vez mais comuns os relatos de
pacientes que se dirigem aos profissionais de saúde para questionar sobre temas
relacionados a fake news, ou trazem questionamento sobre temas que pesquisaram
nos mecanismos de busca, nem sempre sabendo identificar se as páginas
encontradas traziam informações corretas.
Compartilhamos
aqui a posição escrita pelo Instituto
Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein chama a atenção quando alerta para identificação de fake
News:
1. Atenção à fonte da informação - Confirme se a notícia foi divulgada por
algum veículo de comunicação de credibilidade. Mesmo que no final do texto haja
o nome do veículo, procure saber se de fato essa informação está disponível
originalmente nesse canal de informação.
2. Desconfie do que parece sensacional - A maioria das fake news é sensacionalista. Elas costumam
trazer esperança ou medo para determinadas situações. Portanto, se receber
alguma informação improvável, desconfie e procure conferir se há estudos de
centros de pesquisa renomados.
3. Há embasamento científico? Mesmo que a informação recebida seja crível,
procure saber se foi baseada em algum estudo que tenha seguido critérios
metodológicos.
4. Amigos e familiares também repassam notícias falsas - Segundo o estudo The science of fake news,
os humanos, e não os robôs, são os que mais disseminam as notícias falsas.
Fique atento a qualquer informação sobre saúde divulgada nas redes sociais,
independentemente de quem a tenha repassado. Diante de dúvidas, consulte um
especialista.
5. Leia o texto ou assista ao vídeo inteiro - Em vários casos, a notícia falsa não tem
consistência. Basta ler ou assistir ao material com atenção para perceber que
faltam explicações técnicas e científicas. Checar os nomes das instituições e
das pessoas usadas como fonte, assim como a data da publicação, também ajuda a
confirmar a veracidade da informação sobre ciência e saúde.
Recomendamos.
Conheça a Faculdade Israelita de Ciências da Saúde
Albert Einstein (FICSAE) surgiu em 1989 com o nome de Instituto Israelita de
Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e oferecia o curso de Enfermagem.
Mantida pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira, a instituição foi
reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) em 1992. Academia Digital
Einstein. Conheça a plataforma Einstein de Conteúdos Gratuitos. A plataforma
oferece milhares de conteúdos gratuitos nas mais diversas especialidades, com
as últimas novidades e tendências apresentadas por especialistas do Einstein,
além de disponibilizar todos os protocolos médicos do hospital. O acervo da
Academia conta ainda com materiais interativos, videoaulas, reuniões
cientificas, pílulas rápidas de informação, infográficos, videocasts e
podcasts, entre outros, baseados no conhecimento e experiências acumulados no
melhor hospital da América Latina. O ambiente digital proporciona também um dos
maiores e mais qualificados networkings da área médica, com milhares de
profissionais cadastrados.
Nenhum comentário:
Postar um comentário