RÁDIO WEB INESPEC ANO XIV 2024

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domingo, 14 de abril de 2024

Fake News na área médica preocupa pesquisadores e profissionais da saúde.

 

  

Preletor CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA. Especialista pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA – Oncobiologia. Observações: Referências acadêmicas do preletor.

https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva

https://independent.academia.edu/ProfessorC%C3%A9sarAugustoVen%C3%A2nciodaSILVA

Especialista pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA – Oncobiologia (2023). Pesquisador. Biologia do Câncer. Escritor - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva - - https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_laboratoriais_anexo_ii/1 - https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/oncologia_ii_primeira_avalia____o_d_a3fe467e893c5a

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/495157_exames_em_laborat_rios_volum

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_em_laborat__rios_volume_ii___87082b6d82770f

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_em_laborat__rios_volume_ii__

Oncologia –  https://pt.scribd.com/document/683828444/TITULO-DE-ESPECIALISTA-EM-ONCOLOGIA-FACULDADE-BATISTA-DE-MINAS-GERAIS  - https://www.slideserve.com/CSAR13/prt-29338160-declara-o-de-estudante-de-oncologia-mpdf

Hematologia –

Análises Clínicas –  https://www.academia.edu/88587050/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo

Farmacologia Clínica -

ESTUDO DE CASOS – MATERIAL DIDÁTICO

ESTUDO DE CASO PRT 36876543 – RHRS S- ONCOLOGIA

https://www.facebook.com/professorcesarvenancio2021/videos/6898652200240329

Academia independente - - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva - https://www.academia.edu/90407060/FACULDADE_BATISTA_DE_MINAS_GERAIS_CURSO_DE_P%C3%93S_GRADUA%C3%87%C3%83O_ESPECIALIZA%C3%87%C3%83O_EM_AN%C3%81LISES_CL%C3%8DNICAS_%C3%81REA_SA%C3%9ADE_HUMANA - https://www.academia.edu/88587348/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo

 

Prólogo.

 

O presente trabalho “ESTUDO DE CASO COM UM QUESTIONAMENTO JUNTO A EQUIPE DE ESTUDANTES – CURSO ENFERMAGEM E MEDICINA. TÓPICOS APLICADOS A PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA. - ESTUDO DE CASOS – MATERIAL DIDÁTICO  -  ESTUDO DE CASO PRT 36876543 – RHRS S- ONCOLOGIA” deve compor o banco de dados da Academia.edu. Sua incorporação é parte do discurso internacional de incentivo e apoio a ciência aberta.  A EDU é um sistema de Plataforma para compartilhamento de artigos, teses e dissertações acadêmicas. Tem origem no país dos Estados Unidos. Idioma principal Língua inglesa. Hoje detém mais de 18 milhões de usuários. Surgiu em 2008. Aproximadamente recebe quase 30 milhões de acessos por mês. Endereço eletrônico http://academia.edu. Instituição atualmente ativa. Endereço do autor na EDU ACADEMIA:

https://independent.academia.edu/ProfessorC%C3%A9sarAugustoVen%C3%A2nciodaSILVA

Ciência aberta

O sítio participa de movimentos de ciência aberta e acesso livre, respondendo a uma necessidade percebida de distribuição de pesquisas científicas e de um sistema de revisão por pares que aconteça durante a distribuição de trabalhos acadêmicos, em vez de antes. Dessa forma, a empresa declarou oposição ao Research Works Act.

 

Fake News na área médica preocupa pesquisadores e profissionais da saúde.

Gabriel Tripodi, Jornalista, Produtor e Podcaster,  afirma que “As redes sociais são o principal canal para a disseminação de fake news. A rapidez com que informações falsas se espalham nas plataformas online é alarmante. Com um simples compartilhamento, uma informação falsa pode alcançar milhares, ou até mesmo milhões, de pessoas em questão de minutos. A natureza viral das redes sociais torna ainda mais desafiador conter a disseminação de fake news e minimizar seu impacto negativo”.

É fato que  na área da saúde se observa com frequência a publicação de ações e procedimentos na área médica que induz os usuários a erros, que podem levar a agravamento da saúde da parte interessada.

Tal situação leva a classe médica a promover alertas de que “Fake news na área médica preocupa profissionais”. Neste sentido o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein reuniu  jornalistas e pesquisadores para discutir o tema no período de setembro de 2018, Porém, nos dias atuais tal preocupação é recorrente.

Nos pesquisadores devemos ter a responsabilidade de promover publicações científicas voltadas para a educação em “saúde pública”. Contribuindo para remover informações que possam comprometer a saúde da humanidade.

 o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein chama a atenção quando alerta “Quem nunca recebeu uma mensagem via rede social sobre "curas milagrosas" contra o câncer? E textos a respeito de doenças supostamente causadas pelas vacinas, ou sobre novas epidemias que estariam se espalhando pelo país? Com as redes sociais e os aplicativos de comunicação instantânea, as notícias falsas – ou fake news – se espalham cada vez mais rapidamente. Na área médica, o fenômeno tem deixado as autoridades em alerta, além de trazer consequências para o relacionamento dos profissionais de saúde com seus pacientes”.

Caso emblemático em relação a  proliferação de informações falsas, por exemplo, o Ministério da Saúde teve que divulgar uma nota oficial desmentindo a existência de uma cepa H2N3 de vírus da gripe no país. Alertou as autoridades que "Essa é uma informação inverídica que está circulando nas mídias sociais. Os vírus de gripe que atualmente circulam no Brasil são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacina contra gripe, cuja campanha foi promovida pelo Governo Federal, protege contra esses tipos de três vírus", informava o documento.

​Na Europa, por exemplo, Itália, o grupo Women for Oncology organizou um evento na Câmara dos Deputados em Roma para chamar a atenção sobre a quantidade crescente de boatos relacionados ao câncer nas redes sociais. Entre outras inverdades, essas divulgações diziam que ímãs da geladeira seriam cancerígenos, que quimioterapia é ineficaz e que as biópsias espalhavam tumores pelo corpo. "A desinformação e o hábito dos pacientes de confiar mais na internet do que nos oncologistas de verdade estão cada vez mais difundidos e abordá-los exige uma aliança entre oncologia, política e mídia", advertiram as especialistas.

Assim, antes de tudo, não adote atitudes com base em informações publicadas em qualquer meio de comunicação quando estiver em tratamento oncológico. Fale com seu médico, o exercício da medicina é regulado em norma legal. Pesquisador não pode e não deve estimular que se adotem determinados procedimento de forma aleatória, com indicação especifica ao paciente. Tal procedimento é do médico, sob-pena dos responsáveis responderem pelo exercício ilegal da prática médica.

A preocupação sobre a proliferação de notícias falsas sobre saúde fez o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa (IIEP) Albert Einstein incluir na programação do seu I Fórum de Pós-Graduação Einstein: Pesquisa para a Vida o debate Divulgação Científica na Era das Redes Sociais e Fake News. Participaram da discussão os jornalistas especializados em ciência e saúde Diogo Massaine Sponchiatto (revista Saúde – Editora Abril), Carlos Orsi (Planetários de São Paulo) e Marcos Pivetta (revista Pesquisa Fapesp).

A disseminação de notícias falsas pode trazer danos reais à saúde da população, pois muitas pessoas mudam de comportamento em consequência do que ficam sabendo pelas redes sociais. A não vacinação é um exemplo disso. "Doenças que estavam extintas ou quase extintas, como o sarampo no Brasil e a poliomielite em outras partes do mundo, podem ressurgir em grandes proporções por conta da falta de vacinação provocada pelas fake news", acrescenta.

Preocupadas com a baixa adesão e a grande quantidade de informações erradas circulando nas mídias sociais sobre a vacina de febre amarela, as Sociedades Brasileiras de Medicina Tropical (SBMT), Infectologia (SBI), Imunizações (SBIm), Reumatologia (SBR) e Pediatria (SBP) divulgaram uma carta aberta aos médicos e profissionais de saúde sobre a importância dessa vacina e suas contraindicações. Na carta, elas endossam as recomendações do Ministério da Saúde e convocam médicos e profissionais da saúde a orientar seus pacientes a se vacinarem, desde que não haja contraindicações. Outra consequência negativa das fake news sobre saúde pode ser a adesão a tratamentos falsos ou ineficientes. Muitos adotam tratamentos sem comprovação científica.

As consequências da "Epidemia de mentiras", as fake news na área da saúde, registram histórias de diferentes pessoas que acreditaram em notícias falsas veiculadas na internet e tiveram seu estado de saúde agravado, como exemplo  o Sr. Augusto Simeoni, de 59 anos de idade. Ele trocou o tratamento do diabetes recomendado pelo médico pela ingestão de um copo de baba de quiabo com água todas as manhãs. A fórmula mágica, que eliminaria a doença, naturalmente não funcionou e Simeone teve como uma das consequências um dedo do pé esquerdo amputado, depois que uma pequena ferida não cicatrizou devido à glicemia fora de controle.

 

 

A revista Veja trouxe ao conhecimento público várias  reportagens sobre a pauta aqui apontada. Para a publicação dessas reportagens, a revista Veja fez um levantamento de 3 mil notícias sobre saúde, publicadas em seis páginas no Facebook, e selecionou cerca de mil notícias que tiveram maior número de compartilhamentos. Entre elas, descobriu-se com a ajuda de médicos, que aproximadamente um terço divulgava falsidades inquestionáveis. Os temas mais frequentes na lista de fake news foram dieta para emagrecer, câncer e diabetes.

Estudo sobre as notícias falsas, o The science of fake news, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) constataram que as informações falsas têm 70% mais chances de viralizarem que as verdadeiras. Publicado na revista Science em março de 2018, esse estudo demonstrou que cada postagem verdadeira atingia, em média, mil pessoas, enquanto que as postagens falsas mais populares - aquelas que estavam entre o 1% mais replicado – podiam atingir até 100 mil pessoas.

Os pesquisadores do MIT observaram que os robôs aceleram a disseminação de informações falsas e verdadeiras nas mesmas proporções. Ou seja, diferentemente do que se pensava anteriormente, as fake news se espalham mais que as notícias verdadeiras porque os humanos – e não os robôs – têm mais probabilidade de disseminá-las.

O estudo The science of fake news envolveu a análise de 126 mil postagens no Twitter disseminadas por mais de 3 milhões de pessoas desde 2006, quando essa rede social foi lançada, até 2017. Entre o total de notícias falsas analisadas, as mais frequentes foram sobre política, somando aproximadamente 43 mil publicações, mas as informações sobre ciência e tecnologia também ganharam destaque com cerca de 12 mil postagens. O  perfil das pessoas que transmitem notícias falsas e verdadeiras, segundo os pesquisadores do MIT, os usuários que espalham notícias falsas no Twitter tendem a ter menos seguidores, seguem menos gente, são menos ativos e estão no Twitter há menos tempo, em comparação aos usuários que replicam notícias verdadeiras. Atentos, pois a cientista Anna Carla opina que “os principais responsáveis pelas fake news sobre saúde e ciência são as pessoas não especialistas que decidem passar adiante informações que desconhecem. Elas fazem uma avaliação superficial do assunto, encaram isso como verdade e divulgam nas suas redes sociais", ​Por tudo isso, nas clínicas, nos hospitais e consultórios médicos são cada vez mais comuns os relatos de pacientes que se dirigem aos profissionais de saúde para questionar sobre temas relacionados a fake news, ou trazem questionamento sobre temas que pesquisaram nos mecanismos de busca, nem sempre sabendo identificar se as páginas encontradas traziam informações corretas. ​

Compartilhamos aqui a posição escrita pelo  Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein chama a atenção quando alerta para identificação de fake News:

1. Atenção à fonte da informação - Confirme se a notícia foi divulgada por algum veículo de comunicação de credibilidade. Mesmo que no final do texto haja o nome do veículo, procure saber se de fato essa informação está disponível originalmente nesse canal de informação.

2. Desconfie do que parece sensacional - A maioria das fake news é sensacionalista. Elas costumam trazer esperança ou medo para determinadas situações. Portanto, se receber alguma informação improvável, desconfie e procure conferir se há estudos de centros de pesquisa renomados.

3. Há embasamento científico?  Mesmo que a informação recebida seja crível, procure saber se foi baseada em algum estudo que tenha seguido critérios metodológicos.

4. Amigos e familiares também repassam notícias falsas - Segundo o estudo The science of fake news, os humanos, e não os robôs, são os que mais disseminam as notícias falsas. Fique atento a qualquer informação sobre saúde divulgada nas redes sociais, independentemente de quem a tenha repassado. Diante de dúvidas, consulte um especialista.

​5. Leia o texto ou assista ao vídeo inteiro - Em vários casos, a notícia falsa não tem consistência. Basta ler ou assistir ao material com atenção para perceber que faltam explicações técnicas e científicas. Checar os nomes das instituições e das pessoas usadas como fonte, assim como a data da publicação, também ajuda a confirmar a veracidade da informação sobre ciência e saúde.

Recomendamos. Conheça a  Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE) surgiu em 1989 com o nome de Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e oferecia o curso de Enfermagem. Mantida pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira, a instituição foi reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) em 1992. Academia Digital Einstein. Conheça a plataforma Einstein de Conteúdos Gratuitos. A plataforma oferece milhares de conteúdos gratuitos nas mais diversas especialidades, com as últimas novidades e tendências apresentadas por especialistas do Einstein, além de disponibilizar todos os protocolos médicos do hospital. O acervo da Academia conta ainda com materiais interativos, videoaulas, reuniões cientificas, pílulas rápidas de informação, infográficos, videocasts e podcasts, entre outros, baseados no conhecimento e experiências acumulados no melhor hospital da América Latina. O ambiente digital proporciona também um dos maiores e mais qualificados networkings da área médica, com milhares de profissionais cadastrados.

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Fake News na área médica preocupa pesquisadores e profissionais da saúde.

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