Preletor CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA
SILVA. Especialista pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS
- PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA – Oncobiologia. Observações:
Referências acadêmicas do preletor.
Especialista
pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA
– Oncobiologia (2023). Pesquisador. Biologia
do Câncer. Escritor - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva
https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_laboratoriais_anexo_ii/1
- https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva
https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/495157_exames_em_laborat_rios_volum
https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_em_laborat__rios_volume_ii__
Oncologia – https://pt.scribd.com/document/683828444/TITULO-DE-ESPECIALISTA-EM-ONCOLOGIA-FACULDADE-BATISTA-DE-MINAS-GERAIS - https://www.slideserve.com/CSAR13/prt-29338160-declara-o-de-estudante-de-oncologia-mpdf
Hematologia –
Análises Clínicas – https://www.academia.edu/88587050/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo
Farmacologia Clínica -
ESTUDO
DE CASOS – MATERIAL DIDÁTICO
ESTUDO
DE CASO PRT 36876543 – RHRS S- ONCOLOGIA
https://www.facebook.com/professorcesarvenancio2021/videos/6898652200240329
Academia
independente - - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva - https://www.academia.edu/90407060/FACULDADE_BATISTA_DE_MINAS_GERAIS_CURSO_DE_P%C3%93S_GRADUA%C3%87%C3%83O_ESPECIALIZA%C3%87%C3%83O_EM_AN%C3%81LISES_CL%C3%8DNICAS_%C3%81REA_SA%C3%9ADE_HUMANA - https://www.academia.edu/88587348/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo
ESTUDO DE
CASO COM UM QUESTIONAMENTO JUNTO A EQUIPE DE ESTUDANTES – CURSO ENFERMAGEM E
MEDICINA. TÓPICOS APLICADOS A PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA.
1 – Introdução.
A pesquisa
científica é a aplicação prática de um conjunto de procedimentos metodológicos
de investigação utilizados por um pesquisador para o desenvolvimento de um
estudo, informações necessárias e formulação de hipóteses que sustentem a
análise realizada pelo pesquisador (cientista). Vivemos em uma era onde o
conhecimento é a chave para o progresso. No entanto, é crucial compreender que
nem todo conhecimento é criado igualmente. Importante entender que a forma como
se desenvolve um estudo de caso varia dependendo do assunto do estudo, e da
área científica encapada. O estudo de caso parte de uma situação-problema que
se deseja compreender e para a qual o pesquisador precisa reunir informações
sobre o contexto e as variáveis.
O estudo
de caso é um método amplo que permite ser aplicado a uma grande variedade de
problemas e contribui, de forma consistente, para o desenvolvimento de um corpo
de conhecimento próprio em medicina, farmacologia clínica, biologia do câncer,
enfermagem, etc. Podemos ainda dizer que o objetivo de um estudo de caso é
obter conhecimento sobre um fenômeno. Esse conhecimento pode ser utilizado como
referencial teórico para compreender situações semelhantes. Para isso, é feita
uma análise geral, mas é sempre necessário levar em consideração as especificidades
de cada caso. Em todas as áreas, os estudos de casos são desenvolvidos para
proporcionar um maior conhecimento e envolvimento do profissional, aluno ou
pesquisador, com uma situação (real) observada. O objetivo é descrever,
entender, avaliar e explorar essa situação, e, a partir daí, determinar os
fatores causais e estabelecer ações.
Na vida científica, conhecer a profissão de
cientistas e pesquisadores é essencial para apreciar o esforço dedicado à busca
do conhecimento. Esses profissionais desempenham um papel crucial em
descobertas que moldam nosso mundo. Nestes termos para avançar em uma
compreensão racional dos estudos de casos se faz necessário conhecer a
principal característica do conhecimento
científico. Esta, principal característica do conhecimento científico é sua
base em evidências, método rigoroso e disposição para revisão constante. A
finalidade do conhecimento científico é compreender o mundo ao nosso redor,
resolver problemas complexos e impulsionar o progresso humano. Observa-se que
neste trabalho os conhecimentos científicos abrangem uma ampla gama de
disciplinas especializadas, exemplos: genética do câncer; hematologia; analises
clínicas; biologia do câncer; citologia e principalmente bioquímica e
histologia.
1.3 – RESUMO.
Nesta
primeira parte da aula-expositiva o presente trabalho objetiva apresentar um
questionamento nos termos “paciente, em tratamento de câncer (SARCOMA SINOVIAL),
fazendo uso de quimioterapia, segunda
sessão de um conjunto de quatro”. No seu exame hemograma se apresenta com uns
quesitos que serão debatidos em sala de aula. No presente caso se observa alterações
em MCV. MCH. MCHC. No PLAQUETOGRAMA
alterações em – PDW. Para fins de estudos em formação científica aplicada se
questiona. Como interpretar os resultados abaixo:
HEMOGRAMA COMPLETO
ERITROGRAMA
MCV.........................82,9 fl.
MCH.........................25,4 pg.
MCHC.......................30,6 g/dl.
PLAQUETOGRAMA.
Plaquetas Contagem................. 473.000 /mm3.
PDW.......................................16.
1.3.1 –
Do hemograma.
É
importante referenciar quê os valores do resultado são interpretados pelos
profissionais da saúde, de acordo com padrões de referência estabelecidos a
partir de estudos clínicos. Estes valores podem variar entre diferentes
laboratórios, de acordo com a metodologia de testagem.
O
hemograma completo é um exame que analisa informações de diferentes grupos
celulares e pode ser dividido em três grupos de informações, de acordo com os
seus componentes:
Eritrograma
(Série Vermelha): Avaliação das células responsáveis pelo transporte do
oxigênio no organismo (células vermelhas, também chamadas de eritrócitos ou
hemácias). Determina o perfil hematológico das células vermelhas por meio da
contagem de eritrócitos, dosagem de hemoglobina, hematócrito e avaliações
morfológicas.
Leucograma
(Série Branca): Análise das células destinadas à defesa imunológica (células
brancas ou leucócitos, incluindo-se neutrófilos, monócitos, linfócitos,
basófilos e eosinófilos). Revela o perfil hematológico das células brancas por
meio da contagem e análises morfológicas dos leucócitos.
Plaquetograma:
Envolve a contagem e a avaliação da morfologia das plaquetas, que são os
elementos responsáveis pela coagulação sanguínea.
O
hemograma é usado como um exame de triagem de distúrbios como anemia,
infecção e muitos outros. O exame de
sangue fornece informações importantes sobre o estado geral de saúde dos
pacientes e, por isso, é o mais solicitado pelos médicos no mundo todo. Interpretar
corretamente o hemograma é de sumária importância para assegura uma evolução
positiva do tratamento do paciente.
Na
realidade, é um painel de testes que examina as diferentes células do sangue,
incluindo:
·
Contagem de leucócitos: mede o número de leucócitos
de qualquer tipo em um volume de sangue. Aumentos e diminuições podem ter
significado.
·
Contagem diferencial de leucócitos: determina a
proporção de cada tipo de leucócitos. Há cinco tipos
diferentes: neutrófilos, linfócitos, monócitos, eosinófilos,
e basófilos.
·
Contagem de hemácias: mede o número de hemácias em
um volume de sangue. Diminuição ou aumento indicam estados anormais.
·
Hemoglobina: mede a quantidade de hemoglobina em um
volume de sangue.
·
Hematócrito: mede o volume percentual de hemácias
em um volume de sangue.
·
Contagem de plaquetas: determina o número de
plaquetas em um volume de sangue. Aumentos e diminuições podem indicar
anormalidades com sangramento excessivo ou risco de coágulos. O volume
plaquetário médio (MPV) é uma medida do tamanho médio das plaquetas. Plaquetas
novas são maiores, e um aumento do MPV ocorre quando aumenta a produção de
plaquetas. O MPV fornece uma indicação da produção de plaquetas na medula
óssea.
·
Volume globular médio (VGM ou VCM ou MCV): é uma
medida do tamanho médio das hemácias. Aumenta quando as hemácias são maiores
que o normal (macrocitose), como na anemia causada por deficiência de
vitamina B12. Diminui quando as hemácias são menores que o normal
(microcitose), como visto na anemia por deficiência de ferro e
na talassemia.
·
Hemoglobina globular média (HGM ou HCM): é um
cálculo da quantidade média de hemoglobina em cada hemácia. Hemácias
macrocíticas são maiores e têm uma HGM maior. Hemácias microcíticas são menores
e têm uma HGM menor.
·
Concentração de hemoglobina globular média (CHGM ou
CHCM): é um cálculo da quantidade de hemoglobina em um volume de hemácias.
Valores baixos são vistos quando a hemoglobina está diluída dentro das
hemácias, como na anemia por deficiência de ferro e na talassemia. Valores
aumentados ocorrem quando a hemoglobina está mais concentrada dentro das
hemácias, como em pacientes queimados e na esferocitose hereditária.
·
Amplitude de distribuição das hemácias (RDW):
indica a variação de tamanho das hemácias. Em algumas anemias, como
a anemia perniciosa, a variação do tamanho (anisocitose) e do formato das
hemácias (poiquilocitose) causa um aumento da RDW.
Os
estudantes de medicina que já se encontram no internato médico passaram pela
Disciplina Clínica Médica e Propedêutica Médica, acreditamos que se encontram apto para a
interpretação adequada do HC – Hemograma Completo.
Assim a título de revisão vejamos
“a seguir, o que é, para que serve e como é realizado o hemograma completo.
Além da revisão dos tópicos referentes, como interpretar o hemograma e o que
pode significar um resultado alterado, de acordo com as características
individuais de cada paciente”.
1.3.1.1 -
Comitês técnicos da ABNT.
Importante
ressaltar neste momento que os especialistas e pesquisadores estejam atentos as
referências da ABNT. Em particular: ABNT/CB-036 Análises Clínicas e Diagnóstico In
Vitro. A CB-035 tem como escopo “Escopo - Normalização no campo de análises
clínicas e diagnóstico in vitro compreendendo orientações para laboratórios de
análises clínicas e sistemas de diagnóstico in vitro, relativas a gestão e
garantia da qualidade, procedimentos e desempenhos analíticos, segurança em
laboratórios, sistemas e materiais de referência, bem como os equipamentos
associados, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.
Excluindo-se a normalização genérica de gestão da qualidade que é de
responsabilidade do ABNT/CB-025”.
A ABNT –
Associação Brasileira de Normas Técnicas é o Foro Nacional de Normalização. As
Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês
Brasileiros, ABNT/CB, dos Organismos de Normalização Setorial, ABNT/ONS e das
Comissões de Estudo Especiais, ABNT/CEE e são elaboradas por CE – Comissões de
Estudo, formadas pelas partes interessadas no tema objeto da normalização.
Os Comitês
Técnicos são órgãos da estrutura da ABNT de coordenação, planejamento e execução
das atividades de normalização técnica relacionadas com o seu âmbito de
atuação, que devem garantir a representação de toda a variedade de partes
interessadas no assunto objeto de estudo. Os Comitês Técnicos englobam Comitês
Brasileiros (ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e
Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), designados em decorrência de sua
estrutura e da amplitude do âmbito de atuação, conforme a seguir descrito.
Comitê
Brasileiro (ABNT/CB): órgão técnico da estrutura da ABNT, formado por Comissões
de Estudo. Organismo de Normalização
Setorial (ABNT/ONS): entidade técnica setorial, com experiência em
normalização, credenciada pela ABNT para atuar no desenvolvimento de Normas
Brasileiras do seu setor, também formada por Comissões de Estudo. Comissão de Estudo Especial (ABNT/CEE): órgão
técnico da estrutura da ABNT, criado quando o assunto de seu escopo não está
contemplado no âmbito de atuação de outro Comitê Brasileiro ou Organismo de
Normalização Setorial já existente. Os Comitês Brasileiros e Organismos de
Normalização Setorial são compostos por Comissões de Estudo (CE), que é
constituída por especialistas representantes de Partes Interessadas, que tem
por finalidade a elaboração e revisão de Documentos Técnicos ABNT.
1.3.1.1.1
- Referência. Exames
laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde: metodologia de amostragem, coleta
e análise dos dados. Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), Ministério da
Saúde – Célia Landmann Szwarcwald - Instituto
de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo
Cruz - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
- http://orcid.org/0000-0002-7798-2095
Deborah Carvalho Malta. Departamento de Enfermagem Materno
Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas
Gerais- Belo Horizonte (MG), Brasil.
http://orcid.org/0000-0002-8214-5734
- Paulo Roberto Borges de Souza Júnior - Instituto de
Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo
Cruz - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
-
Wanessa da Silva de Almeida - Instituto de Comunicação e
Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo Cruz - Rio de
Janeiro (RJ), Brasil.
Giseli Nogueira Damacena - Instituto
de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo
Cruz - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
-
Cimar Azeredo Pereira - Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
-
Luiz Gastão Rosenfeld - Centro de Hematologia de São Paulo -
São Paulo (SP), Brasil.
ESCOPO DO ABNT/CB-036 -
Normalização no campo de análises clínicas e diagnóstico in vitro compreendendo
orientações para laboratórios de análises clínicas e sistemas de diagnóstico in
vitro, relativas a gestão e garantia da qualidade, procedimentos e desempenhos
analíticos, segurança em laboratórios, sistemas e materiais de referência, bem
como os equipamentos associados, no que concerne a terminologia, requisitos,
métodos de ensaio e generalidades.ABNT está em Consulta Nacional sobre Testes
Laboratoriais Remotos (POCT). TAG: DIAGNÓSTICO LABORATORIAL.
1.3.1.2 -
Anatomia e Fisiologia do Sangue.
O sangue é um fluido corporal que
percorre o sistema circulatório em animais vertebrados;
formado por uma porção celular de natureza
diversificada - pelos "elementos
figurados" do sangue - que circula em suspensão em meio fluido, o plasma. Em animais vertebrados o sangue,
tipicamente vermelho, é geralmente produzido na medula óssea. Em animais
invertebrados a coloração pode variar, mostrando-se em várias espécies, dada a
presença de cobre e
não ferro na estrutura das
células responsáveis pelo transporte de oxigênio, azulado. O sangue tem como função a manutenção
da vida do organismo no que
tange ao transporte de nutrientes, excretas (metabólitos), oxigênio e gás carbônico, hormônios, anticorpos, e demais
substâncias ou corpúsculos cujos transportes se façam essenciais entre os mais
diversos e mesmo remotos tecidos e órgãos do organismo.
1.3.1.2.1- Fluido Corporal.
Entende-se como ‘Fluido corporal ou fluido
biológico’ os líquidos com origem nos corpos de pessoas vivas. Entre estes incluímos ‘fluidos’ que
são excretados ou secretados do corpo, bem como água corporal. A água é o componente majoritário dos fluidos
corporais. Aproximadamente 60-65% de água corporal está contido dentro das
células (fluido intracelular). São fluidos corporais:
|
I.
bílis;
II.
cerúmen; III.
ectoplasma; IV.
ejaculação feminina; VI.
fluido peritoneal; VII.
humor aquoso e humor vítreo; VIII.
lágrima; IX.
leite materno; XI.
líquido cefalorraquidiano; XII.
líquido pleural; |
XIII.
muco; XIV.
quilo; XV.
saliva; XVI.
sebo; XVII.
sangue; XVIII.
sêmen; XIX.
soro sanguíneo; XX.
suco gástrico; XXI.
suor; XXII.
secreção vaginal XXIII.
vômito; XXIV.
urina. |
1.3.1.2.2-Sistema Circulatório.
Em relação ao sistema
circulatório definimos como o conjunto de órgãos responsáveis pela
distribuição de nutrientes para as células e coleta de suas excretas metabólicas para serem
eliminadas por órgãos excretores. Os órgãos que fazem parte do sistema
circulatório são:
·
Coração: É um órgão que funciona
como uma bomba propulsora que faz o sangue circular por todo o corpo. Localiza-se
na cavidade torácica entre os pulmões, no espaço mediastínico. Apresenta-se com
a sua parte maior, voltada mais à esquerda do plano mediano.
·
Vasos sanguíneos: são as vias de transporte por onde o sangue
circula. São divididos basicamente em artérias (vasos que saem do coração e conduzem o sangue
para todo o corpo), veias (vasos que carregam sangue dos
tecidos ao coração) e capilares (vasos
sanguíneos microscópicos que se originam das ramificações das artérias e veias
e tem como função irrigar as células).
·
Sangue: material líquido que transporta os
nutrientes e oxigenação para o corpo.
·
Linfa: fluido produzido quando o sangue passa
pelos capilares e vaza para os espaços entre as células.
·
Vasos linfáticos: são as vias de transporte da linfa. Drenam a
linfa do espaço entre as células (espaço intersticial) para as veias
subclávias.
1.3.1.2.3-Sistema
Linfático.
Importante ressaltar que este
sistema pode ser didaticamente conceituado como sendo uma rede de distribuição
do sangue. De outro lado outros cientistas considera que o
sistema circulatório é composto pelo sistema cardiovascular, que
transporta o sangue, e pelo sistema linfático, que
distribui a linfa. Enquanto humanos, assim como outros vertebrados, apresentam sistemas cardiovasculares fechados (o
que significa que o sangue nunca deixa a rede de artérias, veias e capilares, em
situações fisiológicas), alguns grupos de invertebrados têm um sistema cardiovascular aberto.
No filo animal mais primitivo o sistema cardiovascular é
ausente. O sistema linfático, por outro lado, é um sistema aberto.
Relevante pontuar que existem dois tipos de fluidos que se movem através do sistema cardiovascular:
sangue e linfa. O sangue, o coração e os vasos sanguíneos formam
o sistema cardiovascular. A linfa, os linfonodos e os vasos linfáticos formam
o sistema linfático. O sistema cardiovascular e o sistema linfático,
coletivamente, dão origem ao sistema circulatório.
Conhecer a fisiologia e anatomia
da linfa será referencia no estudo dialético do linfoma
ou câncer linfático, que é um tipo de câncer que se desenvolve no sistema linfático e provoca
a multiplicação anormal de linfócitos, um tipo de célula de defesa, causando
sintomas como aumento de ínguas (linfonodos) no corpo, febre, suor noturno e
perda de peso.
Importante
observar que normalmente, os linfócitos são produzidos e armazenados no sistema
linfático, que é formado por órgãos, como timo e baço, gânglios linfáticos e
vasos, com a função de filtrar e remover o excesso de líquidos e impurezas do
corpo. Ocorrendo suspeita de de câncer
linfático, é importante consultar um hematologista ou oncologista. O tratamento
depende do tipo de câncer linfático e a sua gravidade e, normalmente, envolve
quimioterapia, que pode ser combinada com a radioterapia e/ou imunoterapia em
alguns casos.
1.3.1.2 .3.1-Sistema linfático. Compreender suas funções e as patologias afetas.
Nota. É
importante procurar a orientação de um médico ao apresentar cansaço extremo ou
sinais como inchaço por muito tempo, sem causa aparente ou que atrapalhe as
atividades diárias, perda de peso e febre. O sistema linfático é uma parte
importante do sistema imunológico, produzindo e liberando linfócitos e outras
células de defesa que combatem bactérias, vírus, parasitas e fungos, ajudando
na prevenção de diversos tipos de doenças, como câncer, gripe e resfriado.
Lesões em
órgãos do sistema linfático, como medula óssea, baço e linfonodos,
causadas por pancadas ou como consequência de tratamentos com medicamentos,
também podem alterar a circulação linfática. Mulheres que passam pelo
tratamento de câncer de mama com radioterapia ou retirada dos gânglios
linfáticos da região da axila, por exemplo, podem apresentar alterações na
capacidade de drenagem da linfa.
O autor
recomenda que paciente com câncer promova a drenagem linfática. Pois, esta,
a drenagem linfática é um procedimento que consiste na realização de uma
massagem com as mãos, com movimentos suaves, que tem como objetivo estimular e
facilitar a circulação da linfa pelos seus vasos, e chegar mais rapidamente à
corrente sanguínea. Como o sistema
linfático não tem um bombeamento, como o que é feito pelo coração, esta
massagem pode ajudar no retorno de linfa, principalmente em pessoas que têm
fragilidade destes vasos e tendência à retenção de líquidos, ajudando a
diminuir inchaços no rosto ou no corpo.
A
drenagem linfática manual é uma técnica indicada para ajudar o corpo a
eliminar o excesso de líquidos e toxinas, facilitando o tratamento da celulite,
inchaço ou linfedema, e sendo também muito utilizada no pós-operatório de
cirurgias, principalmente da cirurgia plástica. Esta técnica deve ser
realizada sempre em direção aos gânglios linfáticos aplicando apenas uma
pequena pressão com as mãos sobre a pele, pois o excesso de pressão pode
inibir a circulação linfática, comprometendo os resultados e, por isso, o mais
recomendado é que seja feita por um profissional capacitado.
Reitera-se
que ‘o sistema linfático é um conjunto de órgãos, tecidos, vasos e canais que
se distribuem pelo corpo para ajudar a filtrar e remover o excesso de líquidos
e impurezas do organismo’. O sistema linfático também contribui para a formação
das células de defesa do organismo, como os linfócitos, que são responsáveis
pela defesa e combate de microrganismos que podem causar doenças. Evitar o contato com produtos químicos como
agrotóxicos ou produtos de limpeza, beber bastante água, e manter um estilo de
vida saudável, com uma alimentação balanceada e práticas de atividades físicas
regulares, são medidas importantes que ajudam a manter o sistema linfático
saudável e prevenir doenças.
1.3.1.2.3.2-Principais
funções do sistema linfático.
As
principais funções do sistema linfático são: Coletar e filtrar o excesso
de líquido do corpo, através da linfa, e, depois, transferi-lo para o sangue;
Absorver a gordura do intestino e transportar para o sangue, contribuindo
para produção de linfócitos e desenvolvimento da imunidade; Transportar e
remover resíduos e células “com defeito” do organismo.
1.3.1.2.3.3-Anatomia
do sistema linfático.
Os
principais componentes do sistema linfático são:
1. Linfa. É um líquido transparente que é
formado por água, nutrientes e substâncias produzidas pelas células, como
hormônios e enzimas, e que percorre através da circulação linfática. Função: a
linfa ajuda a drenar o excesso de água e resíduos do organismo, além de
transportar os glóbulos brancos para todo o corpo, ajudando a combater
infecções.
2. Vasos
linfáticos. Os capilares são vasos linfáticos pequenos e finos
que coletam a linfa, e à medida que percorrem o caminho para levar a linfa para
o coração, aumentam de tamanho e formam os vasos linfáticos. Função: os
capilares e os vasos linfáticos coletam e levam a linfa para ser filtrada nos
linfonodos. Ao final do trajeto e filtração, os vasos linfáticos liberam a
linfa, já filtrada, nos dutos torácicos, estrutura que vai do abdômen ao
pescoço.
3. Dutos
linfáticos. São grandes canais linfáticos, conhecidos como duto
linfático esquerdo e duto linfático direito, onde os vasos linfáticos esvaziam
a linfa, já filtrada. Esses dutos se conectam ao coração, por onde a linfa
passa antes de retornar para a corrente sanguínea. Função: o duto
torácico coleta e conduz a maior parte da linfa do corpo para o sangue,
ajudando a manter o volume de sangue e a pressão arterial normal, além de
evitar o acúmulo de líquido, conhecido como edema.
4. Órgãos
linfáticos.
O órgão
linfático são órgãos, distribuídos ao longo do trajeto dos vasos linfáticos,
que são estimulados sempre que há uma infecção ou inflamação. Os principais
órgãos linfáticos são:
- Medula
óssea: é um tecido macio e esponjoso localizado
dentro de ossos longos, como quadril e o esterno, que tem a função de
produzir as diversas células sanguíneas, incluindo os glóbulos vermelhos,
os glóbulos brancos e as plaquetas;
- Timo: é
uma glândula localizada na parte superior do tórax, que tem a função de
desenvolver e multiplicar os linfócitos T, células da medula óssea que
ajudam a combater microrganismos, especialmente nos primeiros anos de
vida;
- Baço: é
o maior órgão linfático, localizado na parte superior esquerda do abdômen,
acima do estômago, sendo responsável por produzir os linfócitos, além de
filtrar o sangue, eliminando micro-organismos e células envelhecidas;
- Apêndice: o
apêndice contém tecido linfóide que ajuda a combater bactérias antes de
chegarem ao intestino. Além disso, acredita-se que o apêndice também
armazena bactérias benéficas, ajudando a equilibrar a flora intestinal,
após uma infecção.
V.
Existem ainda as tonsilas, conhecidas também como
amígdalas, que são aglomerados de nódulos linfáticos, localizados na boca, além
das placas de Peyer, que estão situadas no intestino, e que também são
responsáveis por produzir células do sistema imune e auxiliar na proteção
contra microrganismos.
5.
Linfonodos.
Os
linfonodos são pequenas glândulas encontradas em regiões como axila, virilha e
pescoço que são responsáveis por filtrar a linfa, removendo bactérias, vírus e
células cancerígenas, além de produzirem e armazenarem linfócitos e outras
células do sistema imunológico que combatem os microrganismos presentes na
linfa.
1.3.1.2 .3.4-Principais
doenças do sistema linfático.
Algumas
situações podem provocar alterações no funcionamento do sistema linfático,
resultando em doenças, como:
1.
Câncer.
Alguns tipos de câncer podem acontecer nos vasos e
órgãos da circulação linfática, como o linfoma, um tipo de câncer onde a
multiplicação dos linfócitos é aumentada, comprometendo a circulação linfática
e resultando na formação do tumor, podendo levar a sintomas, como mal estar, coceira
e perda de peso.
Além disso, alguns tipos de câncer também podem
bloquear os canais linfáticos, atrapalhando a circulação da linfa.
2.
Filariose.
A filariose, também conhecida como elefantíase, é
uma das principais doenças do sistema linfático, sendo causada pelo
parasita Wuchereria bancrofti,
que é transmitido para as pessoas por meio da picada do mosquito do
gênero Culex sp. Nessa
doença, o parasita atinge os vasos linfáticos e bloqueia o fluxo da linfa,
causando inchaço do órgão que teve sua circulação obstruída.
3. Linfonodos aumentados.
Os
linfonodos estão aumentados, devido a infecções, como faringite, mononucleose
ou infecção por HIV, ou ainda podem estar aumentados devido a uma infecção ou
câncer.
Já a
linfadenite é uma inflamação causada por microrganismos nos nódulos ou
glândulas linfáticas, que ficam aumentados e moles.
4.
Malformação do sistema linfático.
Malformações
do sistema linfático também podem causar alterações na circulação da linfa,
podendo acontecer devido a alterações nos vasos ou gânglios linfáticos. Ao
prejudicar a circulação da linfa para a corrente sanguínea, essas situações
podem causar o linfedema, que é o inchaço gerado pelo acúmulo de linfa e
líquido no corpo.
5. Lesões
em órgãos do sistema linfático. Doenças linfática.
5.1
- Linfangite.
Sistema,
ilustrado na imagem abaixo, pode ser acometido, dentre outros, por distúrbios
inflamatórios, as linfangites, e por distúrbios que resultam na deficiência da
drenagem ou absorção da linfa e seu consequente acúmulo os chamados linfedemas.
processo inflamatório dos vasos linfáticos que são, conforme já descrito,
pequenos canais encarregados de transportar a linfa dos tecidos para os
linfonodos (gânglios). A linfangite pode ter múltiplas causas, infecciosas ou
não. A forma infecciosa é a mais frequente, normalmente associada a alguma
lesão da pele como: cortes, ferimentos, picadas de inseto, etc., a partir da
qual o agente infeccioso invade os canais linfáticos. Como exemplo podemos
citar a erisipela ou linfangite estreptocócica.
5.2 - Linfedema.
doença crônica, caracterizada pelo acúmulo de líquido e por alterações
fibróticas na área afetada, sendo essas alterações causadas por insuficiência
da drenagem linfática. Manifesta-se por edema (inchaço), que atinge mais
frequentemente os braços ou as pernas, acompanhada muitas vezes por sensação de
endurecimento, limitação do movimento, desconforto e infecções recorrentes.
Pode, de forma menos frequente, acometer outras regiões como: tórax, cabeça,
pescoço e genitália. Quanto à causa, o linfedema pode ser classificado como
primário, quando de origem desconhecida, ou secundário, quando associado a
trauma, infecção, radioterapia ou cirurgias.
Dentre os mais frequentes, aqueles associados a linfangites e erisipela de
repetição, bem como o que pode ocorrer após retirada da mama para o tratamento
do câncer, podem ser citados. Infelismente, até a data presente inexiste
registro de cura para o linfedema, mas ele pode ser adequadamente conduzido a
partir do diagnóstico precoce e do diligente cuidado com a área afetada,
evitando-se assim o seu agravamento e diminuindo as sequelas físicas,
psicológicas e, por vezes, sociais associadas a essa patologia.
5.3
– Referência.
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6.
Alergias.
Alergias
são reações do organismo contra substâncias, como poeira, pólen e fumaça de
cigarro, podendo causar situações, como rinite alérgica, asma, conjuntivite e
dermatite.
As
alergias acontecem quando o organismo aumenta a produção das células de defesa
para tentar combater as substâncias, levando a inflamação e sintomas como
espirros, corrimento nasal, entupimento do nariz ou dificuldade ao respirar.
1.3.1.2.3.5-Referência
Bibliografia Complementar.
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