RÁDIO WEB INESPEC ANO XIV 2024

"

quinta-feira, 11 de abril de 2024

1.3.1.2 - Anatomia e Fisiologia do Sangue.


Preletor CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA. Especialista pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA – Oncobiologia. Observações: Referências acadêmicas do preletor.

Especialista pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA – Oncobiologia (2023). Pesquisador. Biologia do Câncer. Escritor - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_laboratoriais_anexo_ii/1 - https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/oncologia_ii_primeira_avalia____o_d_a3fe467e893c5a

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/495157_exames_em_laborat_rios_volum

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_em_laborat__rios_volume_ii___87082b6d82770f

https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva/docs/exames_em_laborat__rios_volume_ii__

 

Oncologia –  https://pt.scribd.com/document/683828444/TITULO-DE-ESPECIALISTA-EM-ONCOLOGIA-FACULDADE-BATISTA-DE-MINAS-GERAIS  - https://www.slideserve.com/CSAR13/prt-29338160-declara-o-de-estudante-de-oncologia-mpdf

Hematologia –

Análises Clínicas –  https://www.academia.edu/88587050/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo

Farmacologia Clínica -

 

ESTUDO DE CASOS – MATERIAL DIDÁTICO

ESTUDO DE CASO PRT 36876543 – RHRS S- ONCOLOGIA

https://www.facebook.com/professorcesarvenancio2021/videos/6898652200240329

Academia independente - - https://independent.academia.edu/C%C3%A9sarVen%C3%A2ncioDaSilva - https://www.academia.edu/90407060/FACULDADE_BATISTA_DE_MINAS_GERAIS_CURSO_DE_P%C3%93S_GRADUA%C3%87%C3%83O_ESPECIALIZA%C3%87%C3%83O_EM_AN%C3%81LISES_CL%C3%8DNICAS_%C3%81REA_SA%C3%9ADE_HUMANA - https://www.academia.edu/88587348/Pr%C3%A1tica_Laboratorial_de_An%C3%A1lises_Cl%C3%ADnicas_no_contexto_legal_e_do_exerc%C3%ADcio_t%C3%A9cnico_profissional_do_Bi%C3%B3logo

ESTUDO DE CASO COM UM QUESTIONAMENTO JUNTO A EQUIPE DE ESTUDANTES – CURSO ENFERMAGEM E MEDICINA. TÓPICOS APLICADOS A PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA.

 

1 – Introdução.

A pesquisa científica é a aplicação prática de um conjunto de procedimentos metodológicos de investigação utilizados por um pesquisador para o desenvolvimento de um estudo, informações necessárias e formulação de hipóteses que sustentem a análise realizada pelo pesquisador (cientista). Vivemos em uma era onde o conhecimento é a chave para o progresso. No entanto, é crucial compreender que nem todo conhecimento é criado igualmente. Importante entender que a forma como se desenvolve um estudo de caso varia dependendo do assunto do estudo, e da área científica encapada. O estudo de caso parte de uma situação-problema que se deseja compreender e para a qual o pesquisador precisa reunir informações sobre o contexto e as variáveis.

O estudo de caso é um método amplo que permite ser aplicado a uma grande variedade de problemas e contribui, de forma consistente, para o desenvolvimento de um corpo de conhecimento próprio em medicina, farmacologia clínica, biologia do câncer, enfermagem, etc. Podemos ainda dizer que o objetivo de um estudo de caso é obter conhecimento sobre um fenômeno. Esse conhecimento pode ser utilizado como referencial teórico para compreender situações semelhantes. Para isso, é feita uma análise geral, mas é sempre necessário levar em consideração as especificidades de cada caso. Em todas as áreas, os estudos de casos são desenvolvidos para proporcionar um maior conhecimento e envolvimento do profissional, aluno ou pesquisador, com uma situação (real) observada. O objetivo é descrever, entender, avaliar e explorar essa situação, e, a partir daí, determinar os fatores causais e estabelecer ações.

Na vida científica, conhecer a profissão de cientistas e pesquisadores é essencial para apreciar o esforço dedicado à busca do conhecimento. Esses profissionais desempenham um papel crucial em descobertas que moldam nosso mundo. Nestes termos para avançar em uma compreensão racional dos estudos de casos se faz necessário conhecer a principal característica do conhecimento científico. Esta, principal característica do conhecimento científico é sua base em evidências, método rigoroso e disposição para revisão constante. A finalidade do conhecimento científico é compreender o mundo ao nosso redor, resolver problemas complexos e impulsionar o progresso humano. Observa-se que neste trabalho os conhecimentos científicos abrangem uma ampla gama de disciplinas especializadas, exemplos: genética do câncer; hematologia; analises clínicas; biologia do câncer; citologia e principalmente bioquímica e histologia.

 

1.3 – RESUMO.

Nesta primeira parte da aula-expositiva o presente trabalho objetiva apresentar um questionamento nos termos “paciente, em tratamento de câncer (SARCOMA SINOVIAL),  fazendo uso de quimioterapia, segunda sessão de um conjunto de quatro”. No seu exame hemograma se apresenta com uns quesitos que serão debatidos em sala de aula. No presente caso se observa alterações em MCV.  MCH. MCHC. No PLAQUETOGRAMA alterações em – PDW. Para fins de estudos em formação científica aplicada se questiona. Como interpretar os resultados abaixo:

HEMOGRAMA COMPLETO

ERITROGRAMA

MCV.........................82,9 fl.

MCH.........................25,4 pg.

MCHC.......................30,6 g/dl.

PLAQUETOGRAMA.

Plaquetas Contagem................. 473.000 /mm3.

PDW.......................................16.

1.3.1 – Do hemograma.

É importante referenciar quê os valores do resultado são interpretados pelos profissionais da saúde, de acordo com padrões de referência estabelecidos a partir de estudos clínicos. Estes valores podem variar entre diferentes laboratórios, de acordo com a metodologia de testagem.

O hemograma completo é um exame que analisa informações de diferentes grupos celulares e pode ser dividido em três grupos de informações, de acordo com os seus componentes:

Eritrograma (Série Vermelha): Avaliação das células responsáveis pelo transporte do oxigênio no organismo (células vermelhas, também chamadas de eritrócitos ou hemácias). Determina o perfil hematológico das células vermelhas por meio da contagem de eritrócitos, dosagem de hemoglobina, hematócrito e avaliações morfológicas.

Leucograma (Série Branca): Análise das células destinadas à defesa imunológica (células brancas ou leucócitos, incluindo-se neutrófilos, monócitos, linfócitos, basófilos e eosinófilos). Revela o perfil hematológico das células brancas por meio da contagem e análises morfológicas dos leucócitos.

Plaquetograma: Envolve a contagem e a avaliação da morfologia das plaquetas, que são os elementos responsáveis pela coagulação sanguínea.

O hemograma é usado como um exame de triagem de distúrbios como anemia, infecção e muitos outros.  O exame de sangue fornece informações importantes sobre o estado geral de saúde dos pacientes e, por isso, é o mais solicitado pelos médicos no mundo todo. Interpretar corretamente o hemograma é de sumária importância para assegura uma evolução positiva do tratamento do paciente.

Na realidade, é um painel de testes que examina as diferentes células do sangue, incluindo:

·         Contagem de leucócitos: mede o número de leucócitos de qualquer tipo em um volume de sangue. Aumentos e diminuições podem ter significado.

·         Contagem diferencial de leucócitos: determina a proporção de cada tipo de leucócitos. Há cinco tipos diferentes: neutrófilos, linfócitos, monócitos, eosinófilos, e basófilos.

·         Contagem de hemácias: mede o número de hemácias em um volume de sangue. Diminuição ou aumento indicam estados anormais.

·         Hemoglobina: mede a quantidade de hemoglobina em um volume de sangue.

·         Hematócrito: mede o volume percentual de hemácias em um volume de sangue.

·         Contagem de plaquetas: determina o número de plaquetas em um volume de sangue. Aumentos e diminuições podem indicar anormalidades com sangramento excessivo ou risco de coágulos. O volume plaquetário médio (MPV) é uma medida do tamanho médio das plaquetas. Plaquetas novas são maiores, e um aumento do MPV ocorre quando aumenta a produção de plaquetas. O MPV fornece uma indicação da produção de plaquetas na medula óssea.

·         Volume globular médio (VGM ou VCM ou MCV): é uma medida do tamanho médio das hemácias. Aumenta quando as hemácias são maiores que o normal (macrocitose), como na anemia causada por deficiência de vitamina B12. Diminui quando as hemácias são menores que o normal (microcitose), como visto na anemia por deficiência de ferro e na talassemia.

·         Hemoglobina globular média (HGM ou HCM): é um cálculo da quantidade média de hemoglobina em cada hemácia. Hemácias macrocíticas são maiores e têm uma HGM maior. Hemácias microcíticas são menores e têm uma HGM menor.

·         Concentração de hemoglobina globular média (CHGM ou CHCM): é um cálculo da quantidade de hemoglobina em um volume de hemácias. Valores baixos são vistos quando a hemoglobina está diluída dentro das hemácias, como na anemia por deficiência de ferro e na talassemia. Valores aumentados ocorrem quando a hemoglobina está mais concentrada dentro das hemácias, como em pacientes queimados e na esferocitose hereditária.

·         Amplitude de distribuição das hemácias (RDW): indica a variação de tamanho das hemácias. Em algumas anemias, como a anemia perniciosa, a variação do tamanho (anisocitose) e do formato das hemácias (poiquilocitose) causa um aumento da RDW.

Os estudantes de medicina que já se encontram no internato médico passaram pela Disciplina Clínica Médica e Propedêutica Médica,  acreditamos que se encontram apto para a interpretação adequada do HC – Hemograma Completo.

Assim a título de revisão vejamos “a seguir, o que é, para que serve e como é realizado o hemograma completo. Além da revisão dos tópicos referentes, como interpretar o hemograma e o que pode significar um resultado alterado, de acordo com as características individuais de cada paciente”.

1.3.1.1 - Comitês técnicos da ABNT.

Importante ressaltar neste momento que os especialistas e pesquisadores estejam atentos as referências da ABNT. Em particular:  ABNT/CB-036          Análises Clínicas e Diagnóstico In Vitro. A CB-035 tem como escopo “Escopo - Normalização no campo de análises clínicas e diagnóstico in vitro compreendendo orientações para laboratórios de análises clínicas e sistemas de diagnóstico in vitro, relativas a gestão e garantia da qualidade, procedimentos e desempenhos analíticos, segurança em laboratórios, sistemas e materiais de referência, bem como os equipamentos associados, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades. Excluindo-se a normalização genérica de gestão da qualidade que é de responsabilidade do ABNT/CB-025”.

A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros, ABNT/CB, dos Organismos de Normalização Setorial, ABNT/ONS e das Comissões de Estudo Especiais, ABNT/CEE e são elaboradas por CE – Comissões de Estudo, formadas pelas partes interessadas no tema objeto da normalização.

Os Comitês Técnicos são órgãos da estrutura da ABNT de coordenação, planejamento e execução das atividades de normalização técnica relacionadas com o seu âmbito de atuação, que devem garantir a representação de toda a variedade de partes interessadas no assunto objeto de estudo. Os Comitês Técnicos englobam Comitês Brasileiros (ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), designados em decorrência de sua estrutura e da amplitude do âmbito de atuação, conforme a seguir descrito.

Comitê Brasileiro (ABNT/CB): órgão técnico da estrutura da ABNT, formado por Comissões de Estudo.  Organismo de Normalização Setorial (ABNT/ONS): entidade técnica setorial, com experiência em normalização, credenciada pela ABNT para atuar no desenvolvimento de Normas Brasileiras do seu setor, também formada por Comissões de Estudo.  Comissão de Estudo Especial (ABNT/CEE): órgão técnico da estrutura da ABNT, criado quando o assunto de seu escopo não está contemplado no âmbito de atuação de outro Comitê Brasileiro ou Organismo de Normalização Setorial já existente. Os Comitês Brasileiros e Organismos de Normalização Setorial são compostos por Comissões de Estudo (CE), que é constituída por especialistas representantes de Partes Interessadas, que tem por finalidade a elaboração e revisão de Documentos Técnicos ABNT.

1.3.1.1.1 - Referência. Exames laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde: metodologia de amostragem, coleta e análise dos dados. Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), Ministério da Saúde –   Célia Landmann Szwarcwald - Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo Cruz - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.  SCImago image - http://orcid.org/0000-0002-7798-2095 Deborah Carvalho Malta. Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais- Belo Horizonte (MG), Brasil.  SCImago imagehttp://orcid.org/0000-0002-8214-5734 - Paulo Roberto Borges de Souza Júnior - Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo Cruz - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.  SCImago image- Wanessa da Silva de Almeida - Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo Cruz - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.  SCImago image Giseli Nogueira Damacena - Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fundação Oswaldo Cruz - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.  SCImago image- Cimar Azeredo Pereira - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.  SCImago image- Luiz Gastão Rosenfeld - Centro de Hematologia de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil.  SCImago image ESCOPO DO ABNT/CB-036 - Normalização no campo de análises clínicas e diagnóstico in vitro compreendendo orientações para laboratórios de análises clínicas e sistemas de diagnóstico in vitro, relativas a gestão e garantia da qualidade, procedimentos e desempenhos analíticos, segurança em laboratórios, sistemas e materiais de referência, bem como os equipamentos associados, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.ABNT está em Consulta Nacional sobre Testes Laboratoriais Remotos (POCT). TAG: DIAGNÓSTICO LABORATORIAL.

1.3.1.2 - Anatomia e Fisiologia do Sangue.

sangue  é um fluido corporal que percorre o sistema circulatório em animais vertebrados; formado por uma porção celular de natureza diversificada - pelos "elementos figurados" do sangue - que circula em suspensão em meio fluido, o plasma. Em animais vertebrados o sangue, tipicamente vermelho, é geralmente produzido na medula óssea. Em animais invertebrados a coloração pode variar, mostrando-se em várias espécies, dada a presença de cobre e não ferro na estrutura das células responsáveis pelo transporte de oxigênio, azulado.   O sangue tem como função a manutenção da vida do organismo no que tange ao transporte de nutrientes, excretas (metabólitos), oxigênio e gás carbônicohormôniosanticorpos, e demais substâncias ou corpúsculos cujos transportes se façam essenciais entre os mais diversos e mesmo remotos tecidos e órgãos do organismo.

1.3.1.2.1- Fluido Corporal.

Entende-se como ‘Fluido corporal ou fluido biológico’ os líquidos com origem nos corpos de pessoas vivas. Entre estes incluímos ‘fluidos’ que são excretados ou secretados do corpo, bem como água corporal. A água é o componente majoritário dos fluidos corporais. Aproximadamente 60-65% de água corporal está contido dentro das células (fluido intracelular). São fluidos corporais:

        I.            bílis;

     II.            cerúmen;

  III.            ectoplasma;

  IV.            ejaculação feminina;

     V.            endolinfa e perilinfa;

  VI.            fluido peritoneal;

VII.            humor aquoso e humor vítreo;

VIII.            lágrima;

  IX.            leite materno;

     X.            líquido amniótico;

  XI.            líquido cefalorraquidiano;

XII.            líquido pleural;

XIII.            muco;

XIV.            quilo;

XV.            saliva;

XVI.            sebo;

XVII.            sangue;

XVIII.            sêmen;

XIX.            soro sanguíneo;

XX.            suco gástrico;

XXI.            suor;

XXII.            secreção vaginal

XXIII.            vômito;

XXIV.            urina.

 

1.3.1.2.2-Sistema Circulatório.

Em relação ao sistema circulatório definimos como o conjunto de órgãos responsáveis pela distribuição de nutrientes para as células e coleta de suas excretas metabólicas para serem eliminadas por órgãos excretores. Os órgãos que fazem parte do sistema circulatório são:

·         Coração: É um órgão que funciona como uma bomba propulsora que faz o sangue circular por todo o corpo. Localiza-se na cavidade torácica entre os pulmões, no espaço mediastínico. Apresenta-se com a sua parte maior, voltada mais à esquerda do plano mediano.

·         Vasos sanguíneos: são as vias de transporte por onde o sangue circula. São divididos basicamente em artérias (vasos que saem do coração e conduzem o sangue para todo o corpo), veias (vasos que carregam sangue dos tecidos ao coração) e capilares (vasos sanguíneos microscópicos que se originam das ramificações das artérias e veias e tem como função irrigar as células).

·         Sangue: material líquido que transporta os nutrientes e oxigenação para o corpo.

·         Linfa: fluido produzido quando o sangue passa pelos capilares e vaza para os espaços entre as células.

·         Vasos linfáticos: são as vias de transporte da linfa. Drenam a linfa do espaço entre as células (espaço intersticial) para as veias subclávias.

 

1.3.1.2.3-Sistema Linfático.

 

Importante ressaltar que este sistema pode ser didaticamente conceituado como sendo uma rede de distribuição do sangue. De outro lado outros cientistas considera que o sistema circulatório é composto pelo sistema cardiovascular, que transporta o sangue, e pelo sistema linfático, que distribui a linfa. Enquanto humanos, assim como outros vertebrados, apresentam sistemas cardiovasculares fechados (o que significa que o sangue nunca deixa a rede de artériasveias e capilares, em situações fisiológicas), alguns grupos de invertebrados têm um sistema cardiovascular aberto. No filo animal mais primitivo o sistema cardiovascular é ausente. O sistema linfático, por outro lado, é um sistema aberto.

Relevante pontuar que existem dois tipos de fluidos que se movem através do sistema cardiovascular: sangue e linfa. O sangue, o coração e os vasos sanguíneos formam o sistema cardiovascular. A linfa, os linfonodos e os vasos linfáticos formam o sistema linfático. O sistema cardiovascular e o sistema linfático, coletivamente, dão origem ao sistema circulatório.

Conhecer a fisiologia e anatomia da linfa será referencia no estudo dialético do linfoma ou câncer linfático, que é um tipo de câncer que se desenvolve no sistema linfático e provoca a multiplicação anormal de linfócitos, um tipo de célula de defesa, causando sintomas como aumento de ínguas (linfonodos) no corpo, febre, suor noturno e perda de peso.

 

Importante observar que normalmente, os linfócitos são produzidos e armazenados no sistema linfático, que é formado por órgãos, como timo e baço, gânglios linfáticos e vasos, com a função de filtrar e remover o excesso de líquidos e impurezas do corpo. Ocorrendo suspeita de  de câncer linfático, é importante consultar um hematologista ou oncologista. O tratamento depende do tipo de câncer linfático e a sua gravidade e, normalmente, envolve quimioterapia, que pode ser combinada com a radioterapia e/ou imunoterapia em alguns casos.

 

1.3.1.2 .3.1-Sistema linfático. Compreender suas  funções e as patologias afetas.

 

Nota.  É importante procurar a orientação de um médico ao apresentar cansaço extremo ou sinais como inchaço por muito tempo, sem causa aparente ou que atrapalhe as atividades diárias, perda de peso e febre. O sistema linfático é uma parte importante do sistema imunológico, produzindo e liberando linfócitos e outras células de defesa que combatem bactérias, vírus, parasitas e fungos, ajudando na prevenção de diversos tipos de doenças, como câncer, gripe e resfriado.

 

Lesões em órgãos do sistema linfático, como medula óssea, baço e linfonodos, causadas por pancadas ou como consequência de tratamentos com medicamentos, também podem alterar a circulação linfática. Mulheres que passam pelo tratamento de câncer de mama com radioterapia ou retirada dos gânglios linfáticos da região da axila, por exemplo, podem apresentar alterações na capacidade de drenagem da linfa.

O autor recomenda que paciente com câncer promova a drenagem linfática. Pois, esta, a drenagem linfática é um procedimento que consiste na realização de uma massagem com as mãos, com movimentos suaves, que tem como objetivo estimular e facilitar a circulação da linfa pelos seus vasos, e chegar mais rapidamente à corrente sanguínea.  Como o sistema linfático não tem um bombeamento, como o que é feito pelo coração, esta massagem pode ajudar no retorno de linfa, principalmente em pessoas que têm fragilidade destes vasos e tendência à retenção de líquidos, ajudando a diminuir inchaços no rosto ou no corpo.

​A drenagem linfática manual é uma técnica indicada para ajudar o corpo a eliminar o excesso de líquidos e toxinas, facilitando o tratamento da celulite, inchaço ou linfedema, e sendo também muito utilizada no pós-operatório de cirurgias, principalmente da cirurgia plástica. Esta técnica deve ser realizada sempre em direção aos gânglios linfáticos aplicando apenas uma pequena pressão com as mãos sobre a pele, pois o excesso de pressão pode inibir a circulação linfática, comprometendo os resultados e, por isso, o mais recomendado é que seja feita por um profissional capacitado.

Reitera-se que ‘o sistema linfático é um conjunto de órgãos, tecidos, vasos e canais que se distribuem pelo corpo para ajudar a filtrar e remover o excesso de líquidos e impurezas do organismo’. O sistema linfático também contribui para a formação das células de defesa do organismo, como os linfócitos, que são responsáveis pela defesa e combate de microrganismos que podem causar doenças.  Evitar o contato com produtos químicos como agrotóxicos ou produtos de limpeza, beber bastante água, e manter um estilo de vida saudável, com uma alimentação balanceada e práticas de atividades físicas regulares, são medidas importantes que ajudam a manter o sistema linfático saudável e prevenir doenças.

1.3.1.2.3.2-Principais funções do sistema linfático.

As principais funções do sistema linfático são: Coletar e filtrar o excesso de líquido do corpo, através da linfa, e, depois, transferi-lo para o sangue; Absorver a gordura do intestino e transportar para o sangue, contribuindo para  produção de linfócitos e desenvolvimento da imunidade; Transportar e remover resíduos e células “com defeito” do organismo.

1.3.1.2.3.3-Anatomia do sistema linfático.

Os principais componentes do sistema linfático são:

1. Linfa.  É um líquido transparente que é formado por água, nutrientes e substâncias produzidas pelas células, como hormônios e enzimas, e que percorre através da circulação linfática. Função: a linfa ajuda a drenar o excesso de água e resíduos do organismo, além de transportar os glóbulos brancos para todo o corpo, ajudando a combater infecções.

2. Vasos linfáticos. Os capilares são vasos linfáticos pequenos e finos que coletam a linfa, e à medida que percorrem o caminho para levar a linfa para o coração, aumentam de tamanho e formam os vasos linfáticos. Função: os capilares e os vasos linfáticos coletam e levam a linfa para ser filtrada nos linfonodos. Ao final do trajeto e filtração, os vasos linfáticos liberam a linfa, já filtrada, nos dutos torácicos, estrutura que vai do abdômen ao pescoço.

3. Dutos linfáticos. São grandes canais linfáticos, conhecidos como duto linfático esquerdo e duto linfático direito, onde os vasos linfáticos esvaziam a linfa, já filtrada. Esses dutos se conectam ao coração, por onde a linfa passa antes de retornar para a corrente sanguínea. Função: o duto torácico coleta e conduz a maior parte da linfa do corpo para o sangue, ajudando a manter  o volume de sangue e a pressão arterial normal, além de evitar o acúmulo de líquido, conhecido como edema.

4. Órgãos linfáticos.

O órgão linfático são órgãos, distribuídos ao longo do trajeto dos vasos linfáticos, que são estimulados sempre que há uma infecção ou inflamação. Os principais órgãos linfáticos são:

  1. Medula óssea: é um tecido macio e esponjoso localizado dentro de ossos longos, como quadril e o esterno, que tem a função de produzir as diversas células sanguíneas, incluindo os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos e as plaquetas;
  2. Timo: é uma glândula localizada na parte superior do tórax, que tem a função de desenvolver e multiplicar os linfócitos T, células da medula óssea que ajudam a combater microrganismos, especialmente nos primeiros anos de vida;
  3. Baço: é o maior órgão linfático, localizado na parte superior esquerda do abdômen, acima do estômago, sendo responsável por produzir os linfócitos, além de filtrar o sangue, eliminando micro-organismos e células envelhecidas;
  4. Apêndice: o apêndice contém tecido linfóide que ajuda a combater bactérias antes de chegarem ao intestino. Além disso, acredita-se que o apêndice também armazena bactérias benéficas, ajudando a equilibrar a flora intestinal, após uma infecção.

    V.            Existem ainda as tonsilas, conhecidas também como amígdalas, que são aglomerados de nódulos linfáticos, localizados na boca, além das placas de Peyer, que estão situadas no intestino, e que também são responsáveis por produzir células do sistema imune e auxiliar na proteção contra microrganismos.

5. Linfonodos.

Os linfonodos são pequenas glândulas encontradas em regiões como axila, virilha e pescoço que são responsáveis por filtrar a linfa, removendo bactérias, vírus e células cancerígenas, além de produzirem e armazenarem linfócitos e outras células do sistema imunológico que combatem os microrganismos presentes na linfa.

1.3.1.2 .3.4-Principais doenças do sistema linfático.

Algumas situações podem provocar alterações no funcionamento do sistema linfático, resultando em doenças, como:

1. Câncer.

Alguns tipos de câncer podem acontecer nos vasos e órgãos da circulação linfática, como o linfoma, um tipo de câncer onde a multiplicação dos linfócitos é aumentada, comprometendo a circulação linfática e resultando na formação do tumor, podendo levar a sintomas, como mal estar, coceira e perda de peso.

Além disso, alguns tipos de câncer também podem bloquear os canais linfáticos, atrapalhando a circulação da linfa.

2. Filariose.

A filariose, também conhecida como elefantíase, é uma das principais doenças do sistema linfático, sendo causada pelo parasita Wuchereria bancrofti, que é transmitido para as pessoas por meio da picada do mosquito do gênero Culex sp. Nessa doença, o parasita atinge os vasos linfáticos e bloqueia o fluxo da linfa, causando inchaço do órgão que teve sua circulação obstruída.

 

3. Linfonodos aumentados.

Os linfonodos estão aumentados, devido a infecções, como faringite, mononucleose ou infecção por HIV, ou ainda podem estar aumentados devido a uma infecção ou câncer.

Já a linfadenite é uma inflamação causada por microrganismos nos nódulos ou glândulas linfáticas, que ficam aumentados e moles.

4. Malformação do sistema linfático.

Malformações do sistema linfático também podem causar alterações na circulação da linfa, podendo acontecer devido a alterações nos vasos ou gânglios linfáticos. Ao prejudicar a circulação da linfa para a corrente sanguínea, essas situações podem causar o linfedema, que é o inchaço gerado pelo acúmulo de linfa e líquido no corpo.

5. Lesões em órgãos do sistema linfático. Doenças linfática.

5.1 - Linfangite.

Sistema, ilustrado na imagem abaixo, pode ser acometido, dentre outros, por distúrbios inflamatórios, as linfangites, e por distúrbios que resultam na deficiência da drenagem ou absorção da linfa e seu consequente acúmulo os chamados linfedemas. processo inflamatório dos vasos linfáticos que são, conforme já descrito, pequenos canais encarregados de transportar a linfa dos tecidos para os linfonodos (gânglios). A linfangite pode ter múltiplas causas, infecciosas ou não. A forma infecciosa é a mais frequente, normalmente associada a alguma lesão da pele como: cortes, ferimentos, picadas de inseto, etc., a partir da qual o agente infeccioso invade os canais linfáticos. Como exemplo podemos citar a erisipela ou linfangite estreptocócica.

5.2 - Linfedema.
doença crônica, caracterizada pelo acúmulo de líquido e por alterações fibróticas na área afetada, sendo essas alterações causadas por insuficiência da drenagem linfática. Manifesta-se por edema (inchaço), que atinge mais frequentemente os braços ou as pernas, acompanhada muitas vezes por sensação de endurecimento, limitação do movimento, desconforto e infecções recorrentes. Pode, de forma menos frequente, acometer outras regiões como: tórax, cabeça, pescoço e genitália. Quanto à causa, o linfedema pode ser classificado como primário, quando de origem desconhecida, ou secundário, quando associado a trauma, infecção, radioterapia ou cirurgias.
Dentre os mais frequentes, aqueles associados a linfangites e erisipela de repetição, bem como o que pode ocorrer após retirada da mama para o tratamento do câncer, podem ser citados. Infelismente, até a data presente inexiste registro de cura para o linfedema, mas ele pode ser adequadamente conduzido a partir do diagnóstico precoce e do diligente cuidado com a área afetada, evitando-se assim o seu agravamento e diminuindo as sequelas físicas, psicológicas e, por vezes, sociais associadas a essa patologia.

5.3 – Referência.

Barney JD, Churchill EJ. Adenocarcinoma of the kidney with metastasis to the lung: cured by nephrectomy and lobectomy. J Urol. 1939;(42):269-76. ; Burt ME. Pulmonary Metastasis. In: Fishman AP, editor. Fishman's Pulmonary Diseases and Disorders. 3rd ed. New York: McGraw Hill; 1998. p. 1851-60.; Cormio G, Rossi C, Cazolla A, Resta L, Loverro G, Greco P, et al. Distant metastases in ovarian carcinoma. Int J Gynecol Cancer. 2003;13(2):125-9. ; Cannistra SA. Cancer of the ovary. N Engl J Med. 2004;351(24):2519-29.Hauser TE, Steer A. Lymphangitic carcinomatosis of the lungs: six case reports and a review of the literature. Ann Intern Med. 1951;34(4):881-98.Hominal S, Falchero L, Perol M, Guérin JC. [Carcinomatous lymphangitis]. Presse Med. 1999;28(18): 979-84. Review. French.; Marchiori E, Irion KL, Souza AS. Neoplasias pulmonares difusas - Correlação da tomografia computadorizada de alta resolução com a anatomopatologia. Radiol Bras. 2002;35(4):225-33.; McGuire WP, Hoskins WJ, Brady MF, Kucera PR, Partridge EE, Look KY, et al. Cyclophosphamide and cisplatin compared with paclitaxel and cisplatin in patients with stage III and stage IV ovarian cancer. N Engl J Med. 1996;334(1):1-6.

Ozols RF, Bundy BN, Greer BE, Fowler JM, Clarke-Pearson D, Burger RA, et al. Phase III trial of carboplatin and paclitaxel compared with cisplatin and paclitaxel in patients with optimally resected stage III ovarian cancer: a Gynecologic Oncology Group study. J Clin Oncol.2003;21(17):3194-200; Piccart MJ, Bertelsen K, James K, Cassidy J, Mangioni C, Simonsen E, et al. Randomized intergroup trial of cisplatin-paclitaxel versus cisplatin-cyclophosphamide in women with advanced epithelial ovarian cancer: three-year results. J Natl Cancer Inst. 2000;92(9):699-708.; Kerr VE, Cadman E. Pulmonary metastases in ovarian cancer. Cancer. 1985;56(5):1209-13.

6. Alergias.

Alergias são reações do organismo contra substâncias, como poeira, pólen e fumaça de cigarro, podendo causar situações, como rinite alérgica, asma, conjuntivite e dermatite.

As alergias acontecem quando o organismo aumenta a produção das células de defesa para tentar combater as substâncias, levando a inflamação e sintomas como espirros, corrimento nasal, entupimento do nariz ou dificuldade ao respirar.

1.3.1.2.3.5-Referência Bibliografia Complementar.

 

1.      ARMITAGE, James O. et al. Non-Hodgkin lymphoma. Lancet. Vol.390, n.10091. 298-310, 2017

2.      AMERICAN CANCER SOCIETY. Survival Rates for Hodgkin Lymphoma. Disponível em: <https://www.cancer.org/cancer/hodgkin-lymphoma/detection-diagnosis-staging/survival-rates.html>. Acesso em 24 abr 2023

3.      AMERICAN CANCER SOCIETY. Survival Rates and Factors That Affect Prognosis (Outlook) for Non-Hodgkin Lymphoma. Disponível em: <https://www.cancer.org/cancer/non-hodgkin-lymphoma/detection-diagnosis-staging/factors-prognosis.html>. Acesso em 24 abr 2023

4.      Barney JD, Churchill EJ. Adenocarcinoma of the kidney with metastasis to the lung: cured by nephrectomy and lobectomy. J Urol. 1939;(42):269-76.

5.      Burt ME. Pulmonary Metastasis. In: Fishman AP, editor. Fishman's Pulmonary Diseases and Disorders. 3rd ed. New York: McGraw Hill; 1998. p. 1851-60.; Cormio G, Rossi C, Cazolla A, Resta L, Loverro G, Greco P, et al. Distant metastases in ovarian carcinoma. Int J Gynecol Cancer. 2003;13(2):125-9.  

6.      CLEVELAND CLINI. Lymphatic System. Disponível em: <https://my.clevelandclinic.org/health/articles/21199-lymphatic-system#anatomy>. Acesso em 10 dez 2021

7.      Cannistra SA. Cancer of the ovary. N Engl J Med. 2004;351(24):2519-29.Hauser TE, Steer A. Lymphangitic carcinomatosis of the lungs: six case reports and a review of the literature. Ann Intern Med. 1951;34(4):881-98.Hominal S, Falchero L, Perol M, Guérin JC. [Carcinomatous lymphangitis]. Presse Med. 1999;28(18): 979-84. Review. French.; Marchiori E, Irion KL, Souza AS. Neoplasias pulmonares difusas - Correlação da tomografia computadorizada de alta resolução com a anatomopatologia. Radiol Bras. 2002;35(4):225-33.; McGuire WP, Hoskins WJ, Brady MF, Kucera PR, Partridge EE, Look KY, et al. Cyclophosphamide and cisplatin compared with paclitaxel and cisplatin in patients with stage III and stage IV ovarian cancer. N Engl J Med. 1996;334(1):1-6.

8.      LIN, Y.; et al. Manual Lymphatic Drainage for Breast Cancer-related Lymphedema: A Systematic Review and Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. Clin Breast Cancer. 22. 5; e664-e673, 2022

9.      LIN, Y.; et al. Manual Lymphatic Drainage for Breast Cancer-related Lymphedema: A Systematic Review and Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. Clin Breast Cancer. 22. 5; e664-e673, 2022

10.  LEDUC, Albert; LEDUC, Olivier.. Drenagem Linfática: Teoria e prática. 3ª edição. São Paulo: Manole, 2007.

11.  MUGNAINI, Emiliano N; GHOSH, Nilanjan. Lymphoma. Prim Care. Vol.43, n.4. 661-675, 2016

12.  MICHIGAN MEDICINE. Manual Lymphatic Drainage For Both Legs. 2020. Disponível em: <https://www.med.umich.edu/1libr/PMR/Lymphedema/BilatLEMLD.pdf>. Acesso em 23 jun 2023

13.  MICHIGAN MEDICINE. Manual Lymphatic Drainage For Both Legs. 2020. Disponível em: <https://www.med.umich.edu/1libr/PMR/Lymphedema/BilatLEMLD.pdf>. Acesso em 23 jun 2023

14.  MAJEWSKI-SCHARGE, T.; SNYDER, K. The Effectiveness of Manual Lymphatic Drainage in Patients With Orthopedic Injuries. J Sport Rehabil. 25. 1; 91-7, 2016

15.  MAJEWSKI-SCHARGE, T.; SNYDER, K. The Effectiveness of Manual Lymphatic Drainage in Patients With Orthopedic Injuries. J Sport Rehabil. 25. 1; 91-7, 2016

16.  MAIA, Raul. Atlas de anatomia humana. 1.ed. São Paulo: DCL, 2013. 108-114.

17.  Ozols RF, Bundy BN, Greer BE, Fowler JM, Clarke-Pearson D, Burger RA, et al. Phase III trial of carboplatin and paclitaxel compared with cisplatin and paclitaxel in patients with optimally resected stage III ovarian cancer: a Gynecologic Oncology Group study. J Clin Oncol.2003;21(17):3194-200.

18.  Piccart MJ, Bertelsen K, James K, Cassidy J, Mangioni C, Simonsen E, et al. Randomized intergroup trial of cisplatin-paclitaxel versus cisplatin-cyclophosphamide in women with advanced epithelial ovarian cancer: three-year results. J Natl Cancer Inst. 2000;92(9):699-708.

19.  RIZZO, C, Donald. Fundamentos de anatomia e fisiologia. 3.ed. São Paulo: Cencage Learning, 2012. 330-346.

20.  STATPEARLS. Adenopathy. 2023. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK513250/>. Acesso em 24 abr 2023

21.  STATPEARLS. Lymphoma. 2023. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK560826/>. Acesso em 24 abr 2023

22.  THOMPSON, B.; et al. Manual lymphatic drainage treatment for lymphedema: a systematic review of the literature. J Cancer Surviv. 15. 2; 244-258, 2021

23.  UNIVERSITY HEALTH NETWORK. How to Do Lymphatic SelfMassage on Your Lower Body. 2020. Disponível em: <https://www.uhn.ca/PatientsFamilies/Health_Information/Health_Topics/Documents/How_to_Do_Self_Lymphatic_Massage_Lower_Body.pdf>. Acesso em 23 jun 2023

24.  UNIVERSITY HEALTH NETWORK. How to Do Lymphatic SelfMassage on Your Lower Body. 2020. Disponível em: <https://www.uhn.ca/PatientsFamilies/Health_Information/Health_Topics/Documents/How_to_Do_Self_Lymphatic_Massage_Lower_Body.pdf>. Acesso em 23 jun 2023

25.  Kerr VE, Cadman E. Pulmonary metastases in ovarian cancer. Cancer. 1985;56(5):1209-13.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Fake News na área médica preocupa pesquisadores e profissionais da saúde.

      Preletor CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA. Especialista pela FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOG...